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01.07.2018 | 14:20

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Alunos de Arqueologia da UNEB participam de exposição dos sítios rupestres de P.Afonso em Salvador

Estudos resultaram no livro Pedras Pintadas

Antônio Galdino

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Professora doutora Cleonice Vergne

Professora doutora Cleonice Vergne

 Alunos de Arqueologia da UNEB participam de exposição dos sítios rupestres de Paulo Afonso em Salvador

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Alunos e professores participantes

Alunos e professores participantes

A turma de Arqueologia da UNEB, campus VIII, sob a coordenação da Dra. Cleonice Vergne e do professor mestre Salomão David Vergne estão participando da V Reunião da Sociedade de Arqueologia do Brasil Nordeste em Salvador com a exposição de fotos dos sítios arqueológicos de Paulo Afonso com o tema: Revisitando e consolidando em Paulo Afonso a Tradição Geométrica.

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 O foco central da Sociedade de Arqueologia do Brasil neste encontro nordestino é “Nós, arqueólogos, e os outros. Ação e reflexão sobre o papel da Arqueologia no Nordeste”

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A exposição, realizada no Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho, no período de 28 a 29 de junho de 2018 fez tanto sucesso que a direção do Museu pediu que ela permanecesse até o dia 30 de Julho para que mais pessoas pudesse ver esta riqueza existente no município de Paulo Afonso, principalmente nos povoados Rio do Sal, Mão Direita, Malhada Grande, Lagoa da Pedra e em grande extensão de terras ribeirinhas do São Francisco.

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 O assunto tem merecido permanentes estudos da professora da UNEB Cleonice Vergne, Doutora em Arqueologia e diretor do CAAPA e resultou em um livro, feito em parceria com o Professor Doutor Juracy Marques chamado Pedras Pintadas.

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Muitos dos riquíssimos sítios rupestres encontrados e identificados pela Professora Cleonice e alunos de Arqueologia da UNEB, estavam sendo depredados e suas pedras quebradas para fazer paralelepípedos adquiridos pelas prefeituras da região para calçamento das ruas.

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 Uma ação, na gestão do governo do Prefeito Raimundo Caires, com a participação do Ministério Público Estadual resultou na assinatura de documentos - TC - em que o governo municipal se comprometia a não mais utilizar essas pedras e ao pagamento de salários aos quebradores.
Esse acordo não teve sequência e os sítios que ainda restam estão abandonados deixando o município de explorá-los para fins turísticos como excepcional museu a céu aberto.

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